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Proposta Pedagógica Ensino Fundamental

Proposta Pedagógica Ensino Fundamental

Por Marcelo V. Silva | dia | em Blog/Sobre Nós | 0 Comentários

Proposta Pedagógica Ensino Fundamental
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1.1.1   Proposta Pedagógica Ensino Fundamental

Numa Proposta Pedagógica, tudo é relevante nas relações escolares, porque todas elas são potencialmente educativas. Ensinar bem, por exemplo, não é apenas ensinar eficientemente uma disciplina, mas é também o êxito em integrar esse ensino aos ideais educativos da escola. O importante nessa integração é a motivação e o empenho comum numa reflexão institucionalmente abrangente e o firme propósito de alterar práticas nos sentidos indicados por essa reflexão.

Para isso, não há fórmulas prontas e convém o empreendimento e a busca de ações que efetivem realmente a intencionalidade da escola.

Assim, Proposta Pedagógica e Autonomia se inter-relacionam, uma vez que a autonomia é condição necessária para que a escola elabore e realize seu próprio Projeto Pedagógico. E este, por sua vez, é o que permite à escola atuar de acordo com suas próprias necessidades.

Para Azanha, “a Proposta Pedagógica é uma forma de se explicitar os principais problemas de cada escola, propor soluções e definir responsabilidades coletivas e individuais na superação desses problemas”. É por isso que a elaboração da proposta pedagógica, como afirma o autor, "é um exercício de autonomia”

Na efetivação da proposta pedagógica há vários aspectos que devem ser levados em consideração. Para isso, especificamo-los abaixo:

  1. Seleção de conteúdos: devem condizer com as necessidades e a realidade do aluno. Há de se ter claro o “por quê” de se ensinar determinado conteúdo ou não. Como a proposta apresentada é norteada pela pedagogia histórico-crítica, os conteúdos a serem propostos em cada disciplina devem permear o processo realidade ação – transformação.
  2. Encaminhamento Metodológico: na defesa do princípio de que não basta o aluno ter acesso à escola, mas também ter as condições mínimas de nela permanecer, a metodologia a ser utilizada pelos docentes deve proporcionar o prazer em aprender. Para isso, há a necessidade do empreendimento de posturas pedagógicas diversificadas, valendo-se de mecanismos diversos para o processo de ensino, tais como: recursos audiovisuais, materiais de pesquisa diversificados e periódicos atualizados, dentre outros recursos pedagógicos.
  3. Práticas avaliativas: a avaliação é uma constante no dia-a-dia. Não a que fazemos ou que estamos comprometidos a fazer quando nos encontramos na escola, mas aquela em que avaliamos impressões e sentimentos. É assim que, nas interações cotidianas, em casa, em nossa trajetória profissional, durante o lazer, a avaliação sempre se faz presente e inclui um julgamento de valor sobre nós mesmos, sobre o que estamos fazendo, sobre o resultado de trabalhos. Na ação escolar, a avaliação incide sobre ações ou sobre objetos específicos – no caso, o aproveitamento do aluno ou nosso plano de ação. Assim, a avaliação preconizada em nossa escola, incide na prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, sendo uma avaliação contínua e cumulativa e o processo de recuperação dos alunos com dificuldades de aprendizagem, paralelo ao período letivo, como exige as leis atuais.

1.1.1.1   APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA DE ARTE

Para a sistematização do ensino de Arte neste Projeto Político Pedagógico, pretende-se construir uma proposta sólida para os alunos do Colégio Visão, considerando necessária uma reflexão a respeito da dimensão histórica desta disciplina. A Arte, no sentido mais primitivo, está presente desde os primórdios da raça humana. Antes, tida como manifestação mágica, passando pelo período de manifestação religiosa, política, econômica, e a mais atual, manifestação emocional. O fato é que a Arte, na expressão física, está intimamente ligada ao desenvolvimento do homem, e de sua história a ser contada e contextualizada. Através do conhecimento das manifestações artísticas através dos séculos, nos tornamos capazes de conhecer a história do nosso planeta, e assim, projetar o futuro.

Atualmente, professores de todas as partes do mundo se veem às voltas com questões como: “Que tipo de conhecimento caracteriza a arte?”, “Qual a função da arte na sociedade?”, “Qual a contribuição específica da arte para a educação dos cidadãos?”, e “Qual a função do professor nestes processos?”. A partir destes questionamentos, nos vemos face ao estabelecimento de referências conceituais sólidas e fundamentadas dentro do currículo escolar, o que possibilita a moldagem e especificidade da área em questão.

A Arte é incluída na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em 1971, porém, como atividade educativa. Porém, em meados dos anos 80, constitui-se o movimento Arte-Educação, mobilizando profissionais da educação para a inclusão da mesma no currículo. Mas é apenas em 1996, com a promulgação da Lei nº 9.394 que, de fato, esta é inserida como disciplina obrigatória na educação básica,  desencadeando uma verdadeira revolução na base escolar.

A disciplina de Arte, antes vista apenas como experiência estética, agora apresenta-se como forma de conhecimento de culturas diversas, conhecimento histórico, conhecimento cívico, e como estrutura formal de identificação de elementos que compõe trabalhos artísticos.

Assim, a disciplina em questão abre horizontes para a elucidação da natureza humana, trazendo consigo formas e bases para a análise de expressões artísticas, incutindo no estudante, noções capazes de formar cidadãos críticos e analistas da sua própria sociedade.

O trabalho do Colégio Visão – Sistema de Ensino Objetivo fundamenta-se nos PCNs e está estruturado com base na observação e questionamento de obras de arte, ultrapassa as propostas do Sistema Educacional Objetivo, pois na busca da comunicação entre os seres humanos por meio da criação artística o Colégio promove vários eventos utilizando as mais variadas formas de linguagem da Arte. Isto se pode confirmar durante todo o ano letivo, pois há vários anos o Colégio Visão oferece à comunidade escolar colidense a Feira do Livro um evento cultural que envolve todos os alunos, desde as séries iniciais da Educação Infantil até a 3ª série do Ensino Médio, no qual são apresentadas peças teatrais de obras literárias lidas e/ou conhecidas pelos alunos; a Festa Country é outra representação estendida à comunidade local especificamente à escolar, no qual os alunos apresentam várias danças e ritmos, enfocando mais o estilo country que é muito apreciado em virtude da realidade regional. O Colégio Visão também conta com o projeto de Datas Comemorativas, criado com o objetivo de ressaltar a importância de datas e seus significados no contexto geral a cada mês. As habilidades artísticas que mais se destacam nas apresentações mensais são voltadas à música, com alunos que cantam e tocam instrumentos musicais simultaneamente, ou executam uma outra destas habilidades musicais, havendo a possibilidade do aluno utilizar outras manifestações artísticas, no ambiente interno.

1.1.1.1.1   OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA

Relacionar e comparar os elementos básicos de linguagem, suas intenções e valores nas manifestações artísticas e estéticas do passado e da atualidade, trazendo à tona a influência das culturas e suas histórias na influência da sociedade atual.

1.1.1.1.2   OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • Interagir com materiais, instrumentos, livros, CDs, DVDs; procedimentos variados em artes (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro), experimentando-os e conhecendo-os de modo a utiliza-los nos trabalhos pessoais;
  • Expressar e saber comunicar-se em artes mantendo uma atitude de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas;
  • Estabelecer uma relação de autoconfiança com a produção artística pessoal e conhecimento estético, respeitando a própria produção e a dos colegas, no percurso de criação que abriga uma multiplicidade de procedimentos e soluções;
  • Compreender e saber identificar a Arte como fato histórico contextualizado nas diversas culturas, conhecendo, respeitando e podendo observar as produções presentes a sua volta, assim como as demais do patrimônio cultural e do universo natural, identificando a existência de diferenças;
  • Saber identificar e compreender aspectos da função e dos resultados do trabalho do artista, reconhecendo, em sua próp em sua prsultados do trabalho do artista, reconhecendoia io do e podendo observar as produçis, Dança, Mria experiência de aprendiz, aspectos do processo percorrido pelo artista;
  • Observar as relações entre o homem e a realidade com interesse e curiosidade, exercitando a discussão, indagando, argumentando e apreciando arte do modo sensível;
  • Buscar e saber organizar informações sobre Arte em contato com artistas locais, documentos, acervos nos espaços da escola e externo utilizando livros, revistas, jornais, ilustrações, vídeos, discos, Cds, DVDs, cartazes e acervos públicos, preferencialmente virtuais, como bibliotecas, fonotecas, videotecas, cinematecas e pinacotecas;
  • Reconhecer e compreender a variedade dos produtos artísticos e concepções estéticas presentes na história das diferenças culturais e etnias.

 

1.1.1.2   APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA

A linguagem – e a Língua Materna – são vistas, como atividades que se realizam historicamente entre sujeitos, constituindo, os sujeitos e a linguagem, nos múltiplos discursos e vozes que a integram. Se os gêneros discursivos são fundamentos para o trabalho pedagógico com a linguagem verbal, os conceitos de texto, de leitura não se restringem, aqui, à linguagem escrita: eles abrangem, além dos textos escritos e falados, a integração da linguagem verbal com “as outras linguagens (artes visuais, a música, o cinema, a fotografia, a semiologia gráfica, o vídeo, a televisão, o rádio, a publicidade, os quadrinhos, as charges, a multimídia e todas as formas infográficas ou qualquer outro meio linguareiro criado pelo homem), percebendo seu chão comum (são todas práticas discursivas sociointeracionais) e suas especificidades (seus diferentes suportes tecnológicos, seus diferentes modos de composição e de geração de significados.)” (Faraco,2000)

Dessa perspectiva, a língua é um sistema de signos histórico e social que possibilita ao homem significar o mundo e a realidade. Assim, aprendê-la é aprender não só as palavras, mas também os seus significados culturais e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio social entendem e interpretam a realidade e a si mesmas.

Somos, nesse sentido, seres de linguagem, constituídos e vivendo num complexo feixe de relações socioverbais. De forma alguma, podemos ser compreendidos como meros aplicadores de regras de um sistema gramatical: ou como meros reprodutores de um certo monumento linguístico cristalizado; ou, ainda, como meros usuários de um instrumento externo a nós.

O ensino da Língua Portuguesa no Colégio Visão objetiva o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno. Assim os conteúdos são desencadeadores de reflexões sobre como a língua organiza-se e articula-se para produzir diferentes significados e emoções. São propostas que pretendem fazer com que os alunos apropriem-se da língua de maneira eficaz e gratificante, desenvolvam e compreenda a linguagem através da observação, reflexão, percepção, descobertas e, principalmente, da ação sobre o objeto. O sistema objetivo disponibiliza além do apostilado obras literárias clássicas de vestibular ou da literatura universal de acordo com a faixa etária, adaptadas ao nível de linguagem do aluno.

Desse modo, ensinar Português é, fundamentalmente, oferecer aos alunos a oportunidade de amadurecer e ampliar o domínio que eles já têm das práticas de linguagem. Em língua materna, a escola obviamente, nunca parte do zero: os alunos têm experiência acumulada de práticas de fala e de escrita. Resta-lhe, no entanto, criar condições para que esse domínio dê um salto de qualidade, tornando-se mais maduro e mais amplo.

Portanto, além de ter o domínio amplo da leitura, da escrita e da fala em situações formais e informais, quanto do desenvolvimento de uma compreensão da própria realidade da linguagem nas suas dimensões sociais, históricas e estruturais, é fazer com que esse aluno, partindo do seu conhecimento já existente, aperfeiçoe e domine sua língua mãe.

1.1.1.2.1   OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA
  •  Desenvolver habilidades comunicativas básicas de expressão oral e escrita sabendo adequá-la a cada contexto e interlocutor, descobrindo as intenções que estão implícitas nos discursos do cotidiano e posicionando-se diante dos mesmos;
  • Aprimorar a reflexão crítica pelo contato com os textos literários e tecnológicos, a capacidade de pensamento e a sensibilidade estética dos alunos, propiciando por meio da Literatura, a constituição de um espaço dialógico que permita a expansão lúdica do trabalho com as práticas da oralidade e da escrita. E por meio tecnológico que desenvolva seu potencial criativo e instigador;
  • Fazer uso de diferentes linguagens sendo elas: verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal, como meio para produzir, expressar e comunicas suas ideias, interpretando e usufruindo das produções culturais;
  • Construir texto de forma significativa, respeitando as diferentes variedades linguísticas e compreender textos orais e escritas, assim como produzi-los.

 

1.1.1.3   APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA (INGLÊS)

O ensino da Língua Estrangeira Moderna- Inglês alavancou-se com a chegada da família real ao Brasil em 1808 e, mais tarde, em 1837 ganhou importância com a fundação das primeiras escolas públicas. O modelo de ensino de línguas instituído pelo Colégio Pedro II, se manteve até 1929. Com a criação do Ministério de Educação e Saúde Pública, na época do governo Getúlio Vargas, iniciou estudo para uma reforma significativa do sistema de ensino, Reforma Francisco Campos, a qual propunha que a escola secundária proporcionasse ao mesmo tempo formação geral e preparação para o ensino superior e pelo qual pela primeira vez o método de língua estrangeira foi oficialmente estabelecido – Método Direto.

Nos anos 50 e 60, com o desenvolvimento da Ciência Lingüística e o crescente interesse pela aprendizagem, surgem mudanças significativas quanto às abordagens e aos métodos de ensino. Na década de 70, o ensino de língua estrangeira foi instrumento das classes mais favorecidas para manter privilégios, impondo um domínio social, cultural, político e econômico. Em 20 de dezembro de 1996 com (Lei nº 9.394) Lei de Diretrizes e Bases determina que seja incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória.

Percebe-se que, embora o discurso de tal abordagem se apresente como veiculado de ideias progressistas e inovadoras, é importante atentar para as suas origens históricas e as vinculações ideológicas dos seus princípios e conceitos.

No âmbito da LDB, as Línguas Estrangeiras Modernas recuperam, de alguma forma, a importância que durante muito tempo lhes foi negada. Consideradas, muitas vezes e de maneira injustificada, como disciplina pouco relevante, elas adquirem, agora, a configuração de disciplina tão importante como qualquer outra do currículo, do ponto de vista da formação do indivíduo. Assim, integradas à área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, as Línguas Estrangeiras assumem a condição de serem parte indissolúvel do conjunto de conhecimentos essenciais que permitem ao estudante aproximar-se de várias culturas e, consequentemente, propiciam sua integração num mundo globalizado.

As Línguas Estrangeiras na escola regular eram pautadas, quase sempre, no estudo de formas gramaticais, na memorização de regras e na prioridade da língua escrita e, em geral, tudo isso de forma descontextualizada e desvinculada da realidade.

Ao figurarem inseridas numa grande área — Linguagens, Códigos e suas Tecnologias —, as Línguas Estrangeiras Modernas assumem a sua função intrínseca que, durante muito tempo, esteve camuflada: a de serem veículos fundamentais na comunicação entre os homens. Pelo seu caráter de sistema simbólico, como qualquer linguagem, elas funcionam como meios para se ter acesso ao conhecimento e, portanto, às diferentes formas de pensar, de criar, de sentir, de agir e de conceber a realidade, o que propicia ao indivíduo uma formação mais abrangente e, ao mesmo tempo, mais sólida.

A aquisição da competência em comunicação é o principal ponto do ensino da língua inglesa do ensino fundamental. Não é, portanto, mera transmissão de automatismos ou treinos gramaticais. É uma experiência de comunicação humana que o educando vivencia como prática de vida.

Sob o ponto de vista social, o ensino da língua inglesa desenvolve habilidades de compreensão e produção de estratégias cognitivas como: identificar, comparar, combinar, generalizar, memorizar.

Com este propósito o conteúdo programático do OBJETIVO – Sistema de Ensino/ Colégio Visão é direcionado o encorajamento da comunicação através de situações de estímulo a produções orais e escritas. Entender-se a comunicação como uma ferramenta imprescindível no mundo moderno, com vistas à formação profissional, acadêmica ou pessoal, deve ser a grande meta do ensino de Línguas Estrangeiras Modernas.

1.1.1.3.1   OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA

_ Desenvolver a capacidade de usar a língua em situações de comunicação oral e escrita;

_ Proporcionar maior consciência sobre o papel das línguas na sociedade, Reconhecendo e compreendendo a diversidade lingüística e cultural, bem como seus benefícios para o desenvolvimento cultural do país.

1.1.1.3.2   Línguas Estrangeiras Modernas (Inglês e Espanhol) METODOLOGIA E AVALIAÇÃO

Na LDB, as Línguas Estrangeiras Modernas recuperam, de alguma forma, a importância que durante muito tempo lhes foi negada. Consideradas, muitas vezes e de maneira injustificada, como disciplina pouco relevante, elas adquirem, agora, a configuração de disciplina tão importante como qualquer outra do currículo, do ponto de vista da formação do indivíduo. Assim integradas à área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, as Línguas Estrangeiras assumem a condição de ser parte indissolúvel do conjunto de conhecimentos essenciais que permitem ao estudante aproximar-se de várias culturais e, consequentemente, propiciam sua integração num mundo globalizado.

Assim, as Línguas Estrangeiras na escola regular passaram a pautar-se, quase sempre, apenas no estudo de formas gramaticais, na memorização de regras e na prioridade da língua escrita e, em geral, tudo isso de forma descontextualizada da realidade. Pelo seu caráter de sistema simbólico, como qualquer linguagem, elas funcionam como meios para se ter acesso ao conhecimento e, portanto, às diferentes formas de pensar, de criar, de sentir, de agir e de conceber a realidade, o que propicia ao individuo uma formação mais abrangente e, ao mesmo tempo, mais sólida. Não nos comunicamos apenas pelas palavras; os gestos dizem muito sobre a forma de pensar das pessoas, assim como as tradições e a cultura de um povo esclarecem muitos aspectos da sua forma de ver o mundo e de aproximar-se dele.

Torna-se, pois fundamental, conferir ao ensino escolar de Línguas Estrangeiras um caráter que, além de capacitar o aluno a compreender e a produzir enunciados corretos no novo idioma, propicie ao aprendiz a possibilidade de atingir um nível de competência lingüística capaz de permitir-lhe acesso a informações de vários tipos, ao mesmo tempo em que contribua para a sua formação geral enquanto cidadão.

Por determinação da lei federal nº 11.161 de 15 de agosto de 2005, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a partir de 2010 as instituições públicas e privadas devem ofertar o ensino da língua espanhola aos estudantes da série inicial do Ensino Médio.

O Colégio Visão já oferece uma segunda língua estrangeira aos alunos nas séries iniciais do ensino fundamental.

Entretanto, o trabalho com as habilidades lingüísticas citadas, por diferentes razões, acaba centrando-se nos preceitos da gramática normativa, destacando-se a norma culta e a modalidade escrita da língua. São raras as oportunidades que o aluno tem para ouvir ou falar a língua estrangeira.

1.1.1.3.3   CONTEÚDOS DE INGLÊS

- Holidays and vocation

- Birthday

- Circus

- Classroom

- Colors

- Easter

- Face

- Family

- Farm

- Fruit

- Greetings

- Human body

- Hygiene

- Numbers

- Snack

- Toys

- Transports

- Zoo (animals)

- How many

- I like…

- I am…

- It’s my…

- Let’s have…

- Let’s go…

- Look at…

- They are…

- This is…

- You are…

- Alphabet

- Clothes

- Desserts

- Food

- House

- People

- Time

- How many…?

- I t’s…

- Let’s…

- Look at my…

- What color…?

- You are…

- Weather

- Adjectives

- Short answers

- Personal pronouns

- Professions

- His/her

- Nationality

- Demonstrative pronouns

- Places

- Negative sentences

- Breakfast

- To be: simple present

- Adjective +noun

- Prepositions of location

- Imperative: positive/negative

- Days of the week

- There is/there are

- Dialogues

- Personal pronouns

- Simple present – to be

- Personal pronouns

- Verb to be (affirmative/negative/interrogative)

- Who?/ what?/ Where?

- Demonstrative pronouns

- Prepositions

- Plural of nouns

- Verb to be (short answers)

- Cardinal numbers

- The time

- Verb there to be (present)

- Adjectives

- Colors

- Have got

- Countable/ uncountable nouns

- Ordinal numbers

- Conversação: funções e situações

- Imperative (affirmative/negative)

- There was/ there were

- Quantity adverbs

- Present continuous

- Possessive adjectives/pronouns

- Genitive case

- Simple present

- Near future

- Seasons of the year

- Personal pronouns

- Adverbs

- Conversação: funçoes e situações

- Simple past

- Regular/irregular verbs

- Reflexive pronouns

- Prepositions (time/ movement)

- Verb to be (past)

- Past continuous

- Indefinite pronouns

- Simple future

- Conditional

- If clauses

- Also, too, either, neither

- Each, every, all

- Conversação: funçoes e situações

- Present perfect

- Simple past

- Simple present X present continuous

- Make/do

- Relative pronouns

- Anomalous verbs plural forms

- Indefinites and their compounds

- Degrees of comparison

- Question tags

1.1.1.3.4   CONTEÚDOS DE ESPANHOL ( VILMA VAI ACRESCENTAR)

- Los Saludos;

- Los Colores;

- La casa;

- La familia;

- Los numerales;

- Las frutas/Los Colores;

- La naturaleza;

- Los juguetes;

- Los animales;

- El cuerpo humano;

- La escuela;

- En la mesa;

- Los medios de transporte;

- Los artículos;

- Nuestra Patria;

-  Los juegos;

- Los días de la semana/ Los meses del año;

1.1.1.4   APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Ao longo de sua história, a Educação Física brasileira tem-se manifestado teoricamente por meio da apresentação de diversos tipos de interpretação simbólica produzidos intencionalmente na literatura, para refletir, no imaginário social, os diversos significados e sentidos a ela atribuídos de acordo com sua pretendida função social. Independentemente do cunho ideológico atribuído a essas conceptualizações, o que se tem procurado é responder e justificar socialmente qual tem sido, em última instância, a essência e o valor social desta atividade humana/profissão.

Segundo os interesses políticos e pedagógicos colocados em jogo nos contextos institucionais, formais ou não formais, observamos que a Educação Física tem reivindicado historicamente para si, tanto sua parcela de contribuição no processo de formação ampliada dos sujeitos (cidadãos educados e conscientes de seu papel histórico-social em função de uma determinada perspectiva de classe), quanto no processo de formação restrita (manifestação na forma de instrução ou treinamento de habilidades e/ou hábitos comportamentais de ordem motora, moral ou higiênico terapêutica).

A Educação Física esteve estreitamente vinculada às instituições militares e à classe médica. Esses vínculos foram determinantes, tanto no que diz respeito à concepção da disciplina e suas finalidades quanto ao seu campo de atuação e à forma de ser ensinada.

Apenas em 1937, na elaboração da Constituição, é que se fez a primeira referência explícita à Educação Física em textos constitucionais federais, incluindo-a no currículo como prática educativa obrigatória (e não como disciplina curricular), junto com o ensino cívico e os trabalhos manuais, em todas as escolas brasileiras. Também havia um artigo naquela Constituição que citava o adestramento físico como maneira de preparar a juventude para a defesa da nação e para o cumprimento dos deveres com a economia

Do final do Estado Novo até a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1961, houve um amplo debate sobre o sistema de ensino brasileiro. Nessa lei ficou determinada a obrigatoriedade da Educação Física para o ensino primário e médio. A partir daí, o esporte passou a ocupar cada vez mais espaço nas aulas de Educação Física. O processo de esportivização da Educação Física escolar iniciou com a introdução do Método Desportivo Generalizado, que significou uma contraposição aos antigos métodos de ginástica tradicional e uma tentativa de incorporar esporte, que já era uma instituição bastante independente, adequando-o a objetivos e práticas pedagógicas.

Em relação ao âmbito escolar, a partir do decreto 68.450, de 1971, se considerou a Educação Física como "a atividade que, por seus meios, processos e técnicas, desenvolve e aprimora forças físicas, morais, cívicas, psíquicas e sociais do educando". Nesse período, o chamado "modelo piramidal" norteou as diretrizes políticas para a Educação Física: a Educação Física escolar, a melhoria da aptidão física da população urbana e o empreendimento da iniciativa privada na organização desportiva para a comunidade comporiam o desporto de massa que se desenvolveria, tornando-se um desporto de elite, com a seleção de indivíduos aptos para competir dentro e fora do país.

Na década de 80 os efeitos desse modelo começaram a ser sentidos e contestados: o Brasil não se tornou uma nação olímpica e a competição esportiva da elite não aumentou o número de praticantes de atividades físicas. Iniciou-se então uma profunda crise de identidade nos pressupostos e no próprio discurso da Educação Física, que originou uma mudança significativa nas políticas educacionais: a Educação Física escolar, que estava voltada principalmente para a escolaridade de quinta a oitava séries do primeiro grau, passou a priorizar o segmento de primeira a quarta e também a pré-escola. O enfoque passou a ser o desenvolvimento psicomotor do aluno, tirando da escola a função de promover os esportes de alto rendimento.

A Lei de Diretrizes e Bases promulgada em 20 de dezembro de 1996 busca transformar o caráter que a Educação Física assumiu nos últimos anos ao explicitar no artigo 26, parágrafo 3o que "a Educação Física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular da Educação Básica, ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar, sendo facultativa nos cursos noturnos". Dessa forma a Educação Física deve ser exercida em toda a escolaridade de primeira a oitava séries, não somente de quinta a oitava séries, como era anteriormente.

Na Educação Física (assim como em outras práticas educacionais), o conhecimento produzido, explicita ou implicitamente, sustenta visões de homem, mundo, sociedade, assim como diversas formas de interação humana e papéis sociais que refletem uma forma de organização sócio-político-econômica. Ela aparece não como uma prática social única e restrita, mas sim, como várias práticas sociais materializadas na forma de propostas de ensino e de treinamento de habilidades, que contêm seus próprios interesses e fontes de análise filosófica, científica e pedagógica.

O trabalho com Educação Física no Ensino Fundamental deverá contemplar uma ampliação da visão sobre a cultura corporal do movimento, e assim, viabilizará a autonomia para o desenvolvimento de uma prática pessoal e capacidade para interferir na sociedade, seja na manutenção ou na construção de espaços de participação em atividades culturais, como jogos, ginástica, danças e teatros com finalidade de lazer e como expressão de sentimentos, afetos e emoções.

A Educação Física tem um papel social que dever promover a integração e a inserção no grupo; representar uma via de acesso para a valorização e apreciação da cultura corporal; mostrar a relação entre a cultura corporal e o exercício de cidadania; validar e instrumentalizar a lazer resgatando o prazer enquanto aspecto fundamental pra a saúde e melhoria da qualidade de vida; promover por meio de conhecimento sobre o corpo, a formação de hábitos de autocuidado; e também criar condições para que os conhecimentos construídos possibilitem uma análise critica dos valores sociais.

Cabe a Educação Física como área de estudo fundamental buscar a compreensão e entendimento do ser humano, enquanto produtor de cultura, aqui entendida como produto da sociedade e como processo dinâmico que vai constituindo e transformando a coletividade à qual os indivíduos pertencem, antecedendo-os e transcedendo-os.

As competências propostas giram em torno do autoconhecimento e autocuidado, assim como do desenvolvimento da consciência sanitária em sua dimensão coletiva. O desenvolvimento de um comportamento autônomo depende de suportes materiais, intelectuais e emocionais.

Para a conquista da autonomia é preciso considerar tanto o trabalho individual como o coletivo cooperativo. O individual é potencializado pelas exigências feitas aos alunos nos sentido de se responsabilizaram por suas tarefas, pela organização, pelo envolvimento com o tema do estudo.

Portanto, a Educação Física aponta para uma valorização dos procedimentos sem restringi-los ao universo das habilidades motoras e dos fundamentos dos esportes, incluindo procedimentos de organização, sistematização de informações, aperfeiçoamento entre outros. Aos conteúdos conceituais de regras táticas e alguns dados históricos atuais de modalidades somam-se reflexões sobre os conceitos de ética, estética, desempenho, satisfação, eficiência entre outros.

E, finalmente, os conteúdos de natureza atitudinal são explicitados como objeto de ensino e aprendizagem e propostas como vivencias concretas pelo aluno, o que viabiliza a construção de uma postura de responsabilidade perante si e os outros.

Aos termino dos oito anos do Ensino Fundamental espera-se que o aluno dentro de suas habilidades e seus limites seja capaz de:

1.1.1.4.1   OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA
  • Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão;
  • Refletir sobre as informações especifica da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reintegra-las em bases cientificas, adotando uma postura autônoma na seleção de atividades e procedimentos para a manutenção ou aquisição da saúde;
  • Assumir uma postura ativa na pratica das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão;
1.1.1.4.2   OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
  • Desenvolver o gosto e o prazer pela atividade física;
  • Desenvolver o conhecimento sobre o corpo e os cuidados como os dos outros;
  • Solucionar problemas de ordem corporal;
  • Conhecer, organizar e modificar locais para as atividades corporais;
  • Favorecer a integração social;
  • Estimular a expressão corporal e a criatividade;
  • Desenvolver as habilidades e capacidades físicas e motoras;
  • Desenvolver noções esportivas;
  • Adquirir noções de regras e aceitação de resultados;
  • Resgate da cultura popular dos jogos e brincadeiras infantis;
  • Oferecer oportunidades e situações para que a criança analise, critique e apresente proposta de mudanças nas atividades;
  • Criar um ambiente de igualdade de direitos e posições nas atividades;
  • Participar de jogos ludo motores (jogos adaptados e pré-desportivos);
  • Desenvolver noções sobre saúde (nutrição, higiene e costura).

1.1.1.5   ENSINO FUNDAMENTAL – DISCIPLINA: CIÊNCIAS

1.1.1.5.1   APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA

A ciência tem proporcionado grandes alterações na sociedade, tanto no modo de pensar como de agir sobre o mundo, modificando-o, dessas modificações sobreveio o progresso que, mesmo não sendo isento de consequências perigosas para o planeta, trouxe mais conforto, alimento e saúde para grande parte da humanidade.

A história dessa disciplina tem relevância para entendermos o processo no qual estamos inseridos, O ensino de Ciências Naturais, ao longo de sua curta história na escola fundamental, tem se orientado por diferentes tendências, até a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases no 4.024/1961, ministravam-se aulas de Ciências Naturais apenas nas duas últimas séries do antigo curso ginasial. Essa lei estendeu a obrigatoriedade do ensino da disciplina a todas as séries ginasiais. Apenas a partir de 1971, com a lei no 5.692, Ciências Naturais passa a ter caráter obrigatório nas oito séries do primeiro grau.

Quando foi promulgada a LDB 4.024/61, o cenário escolar era dominado pelo ensino tradicional, ainda que esforços de renovação estivessem em processo. Aos professores cabia a transmissão de conhecimentos acumulados pela humanidade, através de aulas expositivas, e aos alunos a absorção das informações. O conhecimento científico era tomado como neutro e não se punha em questão a verdade científica. A qualidade do curso era definida pela quantidade de conteúdos trabalhados. O principal recurso de estudo e avaliação era o questionário, o qual os alunos deveriam responder detendo-se nas idéias apresentadas em aula ou no livro-texto escolhido pelo professor.

A preocupação em desenvolver atividade experimental começou a ter presença marcante nos projetos de ensino e nos cursos de formação de professores. As atividades práticas chegaram a ser proclamadas como a grande solução para o ensino de Ciências, as grandes facilitadoras do processo de transmissão do saber científico. O objetivo fundamental do ensino de Ciências passou a ser o de dar condições para o aluno identificar problemas a partir de observações sobre um fato, levantar hipóteses, testá-las, refutá-las e abandoná-las quando fosse o caso, trabalhando de forma a tirar conclusões sozinho. O aluno deveria ser capaz de "redescobrir" o já conhecido pela ciência, apropriando-se da sua forma de trabalho, compreendida então como "o método científico": uma sequência rígida de etapas preestabelecidas. É com essa perspectiva que se buscava, naquela ocasião, a democratização do conhecimento científico, reconhecendo-se a importância da vivência científica não apenas para eventuais futuros cientistas, mas também para o cidadão comum.

A ciência é uma produção humana, resultado de um trabalho coletivo, passível de erros e acertos, construídos historicamente e compartilhados por grupos ao longo do tempo. O sucesso ou fracasso de ideias cientifica não dependem apenas do objeto de investigação, dos métodos utilizados nas pesquisas e dos resultados obtidos. O sucesso e o fracasso das diferentes teorias científicas estão associados a seu momento histórico.

É preciso delinear um caminho para que o processo educativo dê conta do desafio que se apresenta. Na medida em que os conteúdos específicos envolvem um vasto campo produzido pela humanidade no decorrer de sua história, a disciplina de ciências se constitui num conjunto de conhecimentos científicos necessários para compreender e explicar os fenômenos da natureza e suas interferências no mundo. Por isso, estabelece relações entre os diferentes conhecimentos físicos, químicos e biológicos, dentre outros, e o cotidiano, entendido aqui, como os problemas reais, socialmente importantes, enfim, a prática social.

No Colégio Visão – Sistema Objetivo, tem se pautado nessa tendência e procura estabelecer em seu currículo conteúdos que despertem no aluno o olha cientifico, aproveitando a curiosidade dos alunos, transformando-os em jovens pesquisadores aptos na arte de explora o prazer de descobrir o mundo, sentindo-se parte dele e consequentemente interagindo no sentido de modificá-lo para melhor.

1.1.1.5.2   OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA

- Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e agente de transformações do mundo em que vive em relação essencial com os demais seres vivos e outros componentes do ambiente identificando relações entre o conhecimento cientifico, produção de tecnologia e condições de ida, no mundo de hoje e sua evolução histórica.

- Formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais a partir de elementos das Ciências naturais, colocando em prática conceitos, procedimentos e atitudes desenvolvidos no aprendizado escolar;

- Compreender a tecnologia como meio para suprir necessidades humanas, distinguindo usos corretos e necessários daqueles prejudiciais ao equilíbrio da natureza e ao homem.

1.1.1.5.3   CONTEÚDOS

- Corpo, movimento e Saúde

- Os ambientes e os animais

- Os ambientes e os vegetais

- Movimentos da Terra e recursos naturais

- As ciências e o homem

- O nosso lixo de cada dia

- A Terra não para nunca?

- Diferentes bichinhos do nosso planeta

- Animais vertebrados e seu habitat

- Alimentação e saúde

- A água

- O ar

- As Plantas

- O solo e a inter-relação entre plantas, animais e homem

- Energia

- Eletricidade estática e dinâmica

- Magnetismo e eletricidade

- Usinas geradoras de energia elétrica

- História da astronomia

- Tempo e espaço

- A Via Láctea e o Sistema Solar

- Luz

- Decomposição da luz

- Educação ambiental: preservação e conservação do planeta Terra

- O início da vida: célula

- Genética

- Sistemas do corpo humano

- Sistema sensorial: órgãos dos sentidos

- Qualidade de vida: hábitos saudáveis e prejudiciais

- Conscientização de valores e cidadania

- O ser humano em sua maturidade: saúde e qualidade de vida

- Ecologia

- Saúde

- Seres Vivos e suas características

- Física/Química

- Zoologia

- Botânica

- Introdução à Citologia

- Tecidos celulares

- Alimentos e vitaminas

- Sistemas: digestório, circulatório, respiratório, excretor, nervoso e reprodutor

- Glândulas

- DST/ AIDS

Não é possível formar um cidadão crítico à margem do saber científico numa sociedade em que se convive com a supervalorização do conhecimento científico e c com a crescente intervenção da tecnologia no dia-a-dia, uma vez que a sociedade atual tem exigido um volume de informações muito maior do que qualquer época do passado, para realizar ações cotidianas, opções de consumo, interpretar e avaliar informações científicas veiculadas pela mídia, interferir em decisões políticas sobre investimentos à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias e suas aplicações.

A percepção de limites do homem sobre a Ciência, especificamente as Ciências Naturais não tem colaborado muito com a formação da criança como cidadã hoje e não, do futuro, por isso a escola tem a árdua tarefa de instituir novos valores que harmonizem a relação homem-ciência, afinal durante os últimos séculos o homem ainda vive em um mundo antropocêntrico o que o faz acreditar que a natureza está a sua disposição e consequentemente, este se apropriou de seus processos, alterou seus ciclos e redefiniu seu espaço, provocando uma crise ambiental que coloca em risco a vida do planeta, inclusive a humana. O ensino de Ciências também é um espaço privilegiado para o aluno entender as diferentes explicações sobre o mundo, os fenômenos da natureza e as transformações produzidas pelo homem podem ser expostos e comparados. Nesse espaço os alunos do Colégio Visão são levados a explicações e opiniões espontâneas deles mesmos, oriundas das várias aulas trabalhadas pelo professor, bem como o conhecimento e percepção que o aluno traz com seu histórico familiar favorecendo o desenvolvimento gradativo de uma postura crítica, reflexiva, questionada e investigativa.

Por outro lado a Ciência mantém uma relação intensa e fundamental com o ser humano e a saúde, levando-o a entender que o corpo humano como um sistema integrado, que interage com o ambiente e reflete a história de vida do sujeito, portanto para que o aluno compreenda a maneira pela qual o corpo transforma, transporta e elimina água, oxigênio, alimentos, obtém energia, se defende da invasão de elementos danosos, coordena e integra as diferentes funções, é importante conhecer os vários processos e estruturas, compreender a relação de cada aparelho e sistema com os demais e que o equilíbrio dinâmico, característico do corpo humano é chamado de estado de saúde o qual está condicionado a fatores de ordem física, psíquica e social. Ao professor cabe explicar a ao aluno entender que a falta de um ou mais desses condicionantes da saúde pode ferir o equilíbrio e, como consequência, o corpo adoece. É importante que o professor tenha consciência disso e possa trabalhar algumas das noções que os alunos trazem de casa, algumas correspondentes o equívoco grave e outras não.

Tendo em vista que o Colégio Visão trabalha em parceria com o Sistema Educacional Objetivo, este último disponibiliza ao aluno por meio de suas apostilas, sites e portal do aluno um rico material, voltado à faixa etária, série-ano sobre a disciplina de Ciências. É importante ressaltar que no decorrer do ano letivo de acordo com a série-ano, o conteúdo as aulas de Ciências são práticas podendo ocorrer em ambiente escolar ou externo com visitas em locais ou laboratório de instituição de ensino superior local.

Ao término do Ensino Fundamental espera-se que o aluno saiba:

- Identificar e compreender as relações entre solo, água e seres vivos nos fenômenos de escoamento da água, erosão e fertilidade dos solos, nos ambientes urbano e rural.

- Caracterizar causas e consequências da poluição da água, do ar, e do solo.

- Caracterizar espaços do planeta possíveis de serem ocupados pelo homem, considerando as condições de qualidade de vida.

- Compreender o corpo humano como um todo integrado e a saúde como bem-estar físico, social e psíquico do indivíduo.

- Compreender o alimento como fonte de matéria e energia para o crescimento e manutenção do corpo, e a nutrição como conjunto de transformações sofridas pelos alimentos no corpo humano: a digestão, a absorção e o transporte de substâncias e a eliminação de resíduos.

- Estabelecer relação entre a falta de asseio corporal, a higiene ambiental e a ocorrência de doenças no homem.

- Identificar as defesas naturais e estimuladas (vacinas) do corpo.

- Caracterizar o aparelho reprodutor masculino e feminino, e as mudanças no corpo durante a puberdade, respeitando as diferenças individuais do corpo e do comportamento nas várias fases da vida.

- Identificar diferentes manifestações de energia – luz, calor, eletricidade e som e conhecer alguns processos de transformação de energia na natureza e por meio de recursos tecnológicos.

- Identificar os processos de captação, distribuição e armazenamento de água e os modos domésticos de tratamento da água – fervura e adição de cloro -, relacionando-os com as condições necessárias à preservação da saúde.

- Compreender a importância dos modos adequados de destinação das águas servidas para a promoção e manutenção da saúde.

- Caracterizar materiais recicláveis e processos de tratamento de alguns materiais do lixo – matéria orgânica, papel, plástico, etc.

- Formular perguntas e suposições sobre o assunto em estudo.

- Buscar e coletar informações por meio da observação direta e indireta, da experimentação, de entrevistas e visitas, conforme requer o assunto em estudo e sob orientação do professor.

- Confrontar as suposições individuais e coletivas com as informações obtidas, respeitando as diferentes opiniões, e reelaborando suas ideias diante das evidências apresentadas.

- Organizar e registrar aas informações por intermédio de desenhos, quadros, tabelas, esquemas, gráficos, listas, textos e maquetes, de acordo com as exigências do assunto em estudo, sob orientação do professor.

- Interpretar informações por meio do estabelecimento de relações dependência, de causa e efeito, de sequência e de forma e função.

- Responsabilizar-se no cuidado com espaços que habita e com o próprio corpo, incorporando hábitos possíveis e necessários de alimentação e higiene no preparo dos alimentos, de repouso e lazer adequados.

- Valorizar a vida em sua diversidade e a preservação dos ambientes.

ENSINO FUNDAMENTAL – DISCIPLINA: FILOSOFIA

ELABORAR

 

1.1.1.6   ENSINO FUNDAMENTAL – HISTÓRIA

 

1.1.1.6.1   APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA

Concebendo a história como ciência, a história é um tipo de conhecimento submetido a metodologias e critérios sistemáticos para se alcançar a verdade para os fenômenos dos homens em sociedade.

Todos conhecemos em maior ou menor grau a História e a complexidade do processo histórico. Constituindo-se da tradição oral, primeiro instrumento de transmissão e perpetuação da cultura de um povo, seguido de desenhos, fonte escrita e atualmente com os mais diversos recursos tecnológicos. Todos fazemos História. Somos agentes da transformação – de nós mesmos ou da coletividade, por isso buscamos o saber histórico. O conhecimento é infinito e a busca deve tornar-se, a cada passo, uma descoberta prazerosa, que valoriza o trabalho de produção do conhecimento com maior ou menor grau de intensidade, conforme a turma de alunos e ou classe sendo Ensino Fundamental e Ensino Médio.

A constituição da História como disciplina escolar autônoma ocorreu apenas em 1837, com a criação do Colégio Pedro II, o primeiro colégio secundário do país, que apesar de público era pago e destinado às elites. Como a regulamentação da disciplina seguiu o modelo francês, a História Universal acabou predominando no currículo, mas manteve-se a História Sagrada.

Como disse o filósofo e orador Cícero (106-43 a.C.), na Antigüidade romana, a História é testemunha dos tempos; a luz da verdade; a vida da memória, e mestra da vida.” O ensino de História pode e de ser discutido com os alunos como uma concepção que recusa a idéia de História como verdade pronta e definitiva, vinculada a uma determinada vertente do pensamento humano, sem diálogo com outras vertentes, pois não se pode admitir que o ensino de História seja imposto como acontecimentos de uma minoria autoritária sobre a maioria submissa, mas é preciso aprender a pensar a história dentro de cada contexto conforme o tempo e o espaço que se vive, com as possibilidades de cada aluno seja ensino fundamental ou ensino médio.

A História tem como objeto de estudos os processos históricos relativos às ações às relações humanas praticadas no tempo, bem como os sentidos que os sujeitos deram às mesmas, tendo ou não consciência dessas ações. Também se deve considerar como objeto de estudo, as relações dos seres humanos com os fenômenos naturais, tais como as condições geográficas, físicas e biológicas de uma determinada época e local, os quais também se conformam a partir das ações humanas.

A problematização deve ser construída a partir dos documentos e das experiências. O ensino da História no ensino fundamental e médio deve ter por finalidade o processo de produção do conhecimento humano sob a forma histórica dos sujeitos. Na virada dos séculos XX e XXI a História enquanto conhecimento passa por um conflito entre as diferentes correntes historiográficas. Mas isso não caracteriza uma ruptura, e sim em novas configurações e construções que se expressam por meio de contrapontos e consensos. Assim, o ensino de História nas Diretrizes Curriculares deve estar voltado a Nova História Cultural, que deve ser entendida como uma forma de trabalhar História de forma investigativa, ela precisa ser entendida como prática cultural e utilizar-se das categorias de representação e apropriação para a produção do conhecimento histórico. Nessa concepção o aluno parte de suas diferenças sociais e culturais, percebe e compreende sua sociedade e sua própria história e se beneficia da diversificação dos documentos que esta corrente historiográfica lhe propicia.

O ensino de História tem como principal meta propiciar aos alunos a formação histórica, não como repetidor do passado, mas como criador das comunidades do futuro. Para que esse objetivo seja alcançado, o professor deve explorar novos métodos de produção do conhecimento histórico e ampliar as possibilidades de recortes temporais, do conceito de documento, de sujeitos e de suas experiências, de problematização em relação ao passado. O aluno deve elaborar conceitos que o permitam pensar historicamente, superando também a ideia de História como verdade absoluta.

Para a sociedade brasileira atual, a questão da identidade tem se tornado um tema de dimensões abrangentes, uma vez que se vive um extenso processo migratório que tem desarticulado formas tradicionais de relações sociais e culturais. Nesse processo migratório, a perda da identidade tem apresentado situações alarmantes, desestruturando relações historicamente estabelecidas, desagregando valores cujo alcance ainda não se pode avaliar. Dentro dessa perspectiva, o ensino de História tende a desempenhar um papel mais relevante na formação da cidadania, envolvendo a reflexão sobre a atuação do indivíduo em suas relações pessoais com o grupo de convívio, suas afetividades e sua participação no coletivo.

Surgem, a partir dessa dimensão, desafios para o trabalho histórico que visa a constituição de uma identidade social do aluno, fundada no passado comum do seu grupo de convívio, família, escola, mas articulada à história da população brasileira. Considera-se, então, que o ensino de História envolve relações e compromissos com o conhecimento histórico, de caráter científico, com reflexões que se processam no nível pedagógico e com a construção de uma identidade social pelo aluno, relacionada às complexidades inerentes à realidade com que convive em particular a comunidade escolar do Colégio Visão, que apresenta proposta com projetos de interação social entre os alunos, especialmente para aqueles que chegam transferidos. O ensino de história precisa despertar o aluno a desempenhar a função social que lhe cabe, no sentido de auxiliar seus colegas a viver melhor, respeitando a diversidade no sentido de vencer as culturas e práticas discriminatórias e racistas presentes no cotidiano escolar que excluem e penalizam crianças e adolescentes negros e indígenas garantindo o direito a educação de qualidade para todos e assim participar de forma ativa nas atividades pedagógicas ofertadas pelo colégio.

HISTÓRIA

Um dos objetivos do ensino de História, talvez o primeiro e o que condiciona os demais, é levar os alunos a considerarem como importante a apropriação crítica do conhecimento produzido pelos historiadores, que está contido nas narrativas de autores que se utilizam de métodos diferenciados e podem até mesmo apresentar versões e interpretações díspares sobre os mesmos acontecimentos.

Faz parte da construção do conhecimento histórico, no âmbito dos procedimentos que lhe são próprios, a ampliação do conceito de fontes históricas que podem ser trabalhadas pelos alunos: documentos oficiais; textos de época e atuais; mapas; gravuras; imagens de histórias em quadrinhos; poemas; letras de música; literatura; manifestos; relatos de viajantes; panfletos; caricaturas; pinturas; fotos; reportagens e matérias veiculadas por rádio e televisão; depoimentos provenientes da pesquisa levada a efeito pela chamada História oral, etc. O importante é que se alerte para a necessidade de as fontes receberem um tratamento adequado, de acordo com sua natureza. O Colégio Visão dispõe do material Sistema de Ensino Objetivo.

O que importa é que a organização dos conteúdos e a articulação das estratégias de trabalho levem em conta esses procedimentos para a produção do conhecimento histórico. Com isso, evita-se passar para o aluno a falsa sensação de que os conhecimentos históricos existem de forma acabada, e assim são transmitidos. É necessário que o aluno se aproprie da concepção que o presente é resultado das ações do passado.

A História, concebida como processo, considera fundamental levar o aluno a perceber o processo histórico, temporalidades históricas, sujeitos históricos, trabalho, poder, cultura, memória e cidadania.

É imprescindível ressaltar a função do professor, pois a qualidade das estratégias didático-pedagógicas, por sua vez, é que irá garantir o sucesso dos enfoques educacionais anteriormente apontados: a prática pedagógica planejada e interdisciplinar; as atividades que levem os alunos a buscar soluções de problemas; a contextualização que confira significado a temas e assuntos; a mobilização de instrumentos de análise, de conceitos, de habilidades e a prática constante da pesquisa, que, por recorrer a fontes diversificadas e passíveis de interpretações variadas, se relaciona permanentemente com o ensino e dele é parte indissociável, seleção dos conteúdos faz parte de um conjunto formado pela preocupação com o saber escolar, com as competências e com as habilidades.

A proposta apresentada e assumida pela escola e pelo professor é do Sistema de Ensino Objetivo que requer cuidados especiais e planejados com antecedência pensando no aluno. A preocupação com o desenvolvimento de competências e habilidades faz parte dos horizontes dessas propostas pedagógicas.

O ensino de história procura incentivar a pesquisa para o novo com objetivo de estabelecer relações do ontem e hoje numa perspectiva para o futuro. Foi com este olhar que a história avançou no processo histórico, de ser meramente narrativa, decorativa, preocupados com a memorização de datas e nomes dos (supostos) heróis para a valorização das diferentes ações participativas dos sujeitos históricos, abrindo espaço para o debate com propostas para um saber crítico que desperte a prática da cidadania ciente de deveres e direitos garantidos ou a conquistar. Como bem lembra-nos Voltaire “posso não concordar com uma só palavra do que tens a dizer; porém, me baterei até o último dia pelo direito que tens de dizê-las”.

Cabe a educação, em especial a história desvendar os avanços e ou retrocessos da humanidade, “sabendo que não se pode mudar o mundo sem mudar as pessoas, são processos interligados”. (Paulo Freire). Lembrando que vivemos o século XXI, numa sociedade que utiliza cada vez mais as tecnologias da informação que oportuniza a criação de outros mundos possíveis, mais justo e solidário, sendo esta uma realidade para o Colégio Visão que conta com recursos de multimídias facilitando para que o aluno torne-se um sujeito do fazer histórico por meio da pesquisa, sabendo que, todos somos sujeitos história.

1.1.1.6.2   OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA
  • Reconhecer algumas relações sociais, econômicas, políticas e culturais que a sua coletividade estabelece ou estabeleceu com outras localidades, no presente e no passado;
  • Identificar as descendências das pessoas que pertencem à sua localidade, quanto à nacionalidade, etnia, língua, religião e costumes, contextualizando seus deslocamentos e confrontos culturais e étnicos, em diversos momentos históricos nacionais;
  • Identificar as relações de poder estabelecidas entre a sua localidade e os demais centros políticos, econômicos e culturais, em diferentes tempos;
  • Utilizar diferentes fontes de informação para leituras críticas;
  • Formar um cidadão crítico e atuante, capaz de exercer com êxito a sua cidadania.
  • Desenvolver a capacidade de formar indivíduos capazes de entender os fatos históricos que acontecem no mundo e de estabelecer relações com a ação humana.
  • Enfatizar o estudo do mundo dos cidadãos, tendo em vista as grandes mudanças que estão ocorrendo como resultado dos processos de modernização e globalização da economia que vem inferir na vida em sociedade;
  • Tornar os alunos aptos a entender os principais fenômenos sociais, econômicos, políticos e culturais que aconteceram e relaciona-los como o momento histórico atual;
  • Conhecer e valorizar a história dos povos africanos e da cultura afrobrasileira na construção histórica e cultural brasileira;
  • Identificar seu grupo de convívio e as relações que estabelece com outros tempos e espaços, respeitando o modo de vida de difrentes grupos sociais, questionando a realidade, identificando problemas e buscando possíveis soluções;
  • Valorizar o patrimônio sociocultural, respeitando sua diversidade;
  • Ajudar o aluno a entender as diversidades e as mudanças que acontecem na história tornando-o capaz de “pensar” a história e perceber-se como parte integrante dela, como ser que faz história.
  • Dominar conceitos e explicações de história e memória, afim de tornálo capaz de posicionar-se diante de situações do mundo atual através do entendimento do tempo histórico, transformando o estudo da História num exercício de cidadania;
  •  Compreender o processo de construção dos espaços histórico brasileiro, tendo por base o seu desenvolvimento desde o período colonial;
1.1.1.6.3   CONTEÚDOS

- A escola e diferentes tipos de escola.

- Profissões.

- Noções de tempo

- Meios de Transporte

- Meios de Comunicação

- A criança e sua família

- Datas Cívicas

- Governo do município

- Grandes descobertas – Índios

- O povo e o trabalho nas terras brasileiras

- Setores da economia

- Aspectos físicos, sociais e políticos do município

- As evidências do passado

- Dividindo tempo;

Pré-história;

Civilizações Antigas: Orientais e Ocidentais;

Impérios;

Feudalismo;

Igreja Medieval: Alta e Baixa Idade Média;

Iluminismo;

Renascimento;

Formação das Monarquias Nacionais;

Reforma e Contrarreforma;

Absolutismo;

Mercantilismo;

Expansão Marítima / Comercial;

Sistema Colonial;

Os Povos Pré-Colombianos;

História do Brasil:

Período Pré-Colonial e Colonial;

Ciclos Econômicos;

Brasil Império: Independência, Regência e Reinado;

Brasil República: Republica Velha, A Era Vargas, Republica Nova e Redemocratização,

Brasil Contemporâneo;

Revolução Industrial;

Revolução Francesa;

Era Napoleônica;

Ideias sociais e políticas do século XIX;

Revoluções de 1830 e 1848;

Expansão territorial dos Estados Unidos;

Segunda Revolução Industrial;

Novo Colonialismo e Neocolonialismo;

Primeira Guerra Mundial;

Tratados de paz e suas consequências;

Revolução Russa;

Crise de 1929;

Fascismo, Nazismo e Franquismo;

Segunda Guerra Mundial;

Guerra Fria e ONU;

Descolonização Afro-asiática;

Colonização Espanhola na América;

União ibérica  e invasão no Brasil colonial;

Reformas pombalinas;

Independência da América;

Produção Cultural dos anos 50 a 90

1.1.1.7   ENSINO FUNDAMENTAL - DISCIPLINA: MATEMÁTICA

Os povos das antigas civilizações conseguiram desenvolver os rudimentos de conhecimentos matemáticos que vieram compor a matemática que se conhece hoje. Contudo, como ciência, a matemática emergiu somente mais tarde, em solo Grego no século VI e V a.C

Embora as discussões no campo da Educação matemática remontem ao final do século XIX e início do século XX. Nas décadas de 60/70, o ensino da matemática em diferentes países foi influenciado por um movimento que ficou conhecido como matemática Moderna, inclusive no Brasil foi veiculada principalmente pelos livros didáticos e teve grande influencia.

Na Década de 80 nos Estados Unidos, estudiosos dessa ciência, apresentaram recomendações para o ensino da matemática no documento “Agenda para Ação”, nele destacava-se resoluções de problemas como foco do ensino da matemática. Também a compreensão da relevância de aspectos sociais, antropológicos, linguísticos na aprendizagem da matemática, imprimiu novos rumos às discussões curriculares.

No Brasil essas ideias se concretizaram quando houve a promulgação da Constituição de 1988, a Lei de Diretrizes e Base anterior (4024/61) foi considerada obsoleta, e nova LDB foi concluída em 1996 (Lei 9394/96). Onde foram incluídos nessa lei, os Parâmetros curriculares nacionais por área de conhecimento.

Os PCNs para a área de Matemática no ensino fundamental estão pautados por princípios decorrentes de estudos, pesquisas, práticas e debates desenvolvidos nos últimos anos. O Colégio Visão que tem como propósito preparar o estudante para um aprendizado permanente e com isso prepará-lo para a vida. O Conhecimento matemático deve ser explorado, de forma mais ampla possível, no ensino fundamental. Para tanto, é importante que a matemática desempenhe equilibrada e indissociavelmente, seu papel na formação de capacidades intelectuais.

1.1.1.7.1   OBJETIVOS GERAIS DE MATEMÁTICA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

As finalidades do ensino de Matemática indicam, como objetivos do ensino fundamental, levar o aluno a:

  • Contribuir para as transformações sociais, não apenas através da socialização (em si mesma) do conteúdo matemático, mas também através de uma dimensão politica intrínseca a essa socialização;
  • Possibilitar a formação de um indivíduo com autonomia, fruto da sua capacidade de pensar, raciocinar e resolver problemas, de um indivíduo que se apropria de um conhecimento matemático e usa esse conhecimento para ler o mundo a sua volta, interferir positivamente nesse mundo, produzir novos conhecimentos;
  • Estabelecer conexões com todas as áreas do conhecimento humano sejam elas de natureza física ou social;
  • Possibilitar um amplo campo de relações, regularidades e coerências que despertam a curiosidade e instigam a capacidade de generalizar, projetar, prever e abstrair. Utilizando para isso o conhecimento matemático (aritmético, geométrico, métrico, algébrico, estatístico, combinatório, probabilístico) para interpretá-las e avaliá-las criticamente;
  • Propiciar uma atitude positiva em relação a matemática, ou seja, sua capacidade de “fazer matemática” construindo conceitos e procedimentos, formulando e resolvendo problemas por si mesmo e, a assim, aumentar sua auto estima e perseverança na busca de soluções para um problema;
  • Possibilitar resolução e formulação de situações problemas. Para isso o aluno deverá ser capaz de elaborar planos e estratégias para a solução do problema, desenvolvendo várias formas de raciocínio (estimativa, analogia, indução, busca de padrão ou regularidade, pequenas inferências logicas, etc.) executando esses planos e essas estratégias com procedimentos matemáticos adequados, bem como instrumentos tecnológicos disponíveis;
  • Desenvolver a comunicação de modo matemático, argumentando, escrevendo e representando de várias maneiras (com números, tabelas, gráficos, diagramas, etc.) as ideias matemáticas.
  • Possibilitar a interação com os colegas cooperativamente, em dupla ou em equipe, auxiliando-os e aprendendo com eles, apresentando suas ideias e respeitando a deles, formando, assim, um ambiente propicio a aprendizagem;

1.1.1.8    ENSINO FUNDAMENTAL –DISCIPLINA: GEOGRAFIA

A trajetória da Geografia enquanto ciência passou por profundas transformações e seu objeto de estudo alterou-se durante os transcorrer da história dessa ciência. Alguns autores definem a Geografia como o estudo da superfície terrestre, outros definem como o estudo da paisagem, para outros uma ciência de síntese. Kant nos destaca ainda que: Para este autor, haveria duas classes de ciências, as especulativas, apoiadas na razão, e as empíricas, apoiadas nas observações e nas sensações. Ao nível das segundas, haveria duas disciplinas de síntese, a Antropologia, síntese dos conhecimentos relativos ao homem, e a Geografia, síntese dos conhecimentos sobre a natureza. Várias outras concepções foram elaboradas como definições para o objeto de estudo da Geografia, podendo-se destacar, a Geografia como estudo da individualidade dos lugares, a Geografia como estudo da diferenciação das áreas, a Geografia como estudo do espaço, até que segundo Moraes (1998, p. 18) “finalmente, alguns autores definem a Geografia como o estudo das relações entre o homem e o meio, ou posto de outra forma, entre a sociedade e a natureza”.

A Geografia como ciência e como conteúdo escolar tem uma história muito recente, porém, ao correr de sua história, passou por diversas transformações, e essas mudanças vão influenciar diretamente o ensino dessa ciência. No início do ensino de Geografia no Brasil, foi muito enfatizada a Escola Francesa, influenciada por Vidal de La Blache e seu Possibilismo. Essa ciência introduzida no Brasil por Dom Pedro II, pautava-se nos aspectos positivistas de uma ciência asséptica, Uma primeira manifestação dessa filiação positivista está na redução da realidade ao mundo dos sentidos, isto é, em circunscrever todo o trabalho cientifico ao domínio da aparência dos fenômenos. Assim, para o positivismo, os estudos devem restringir-se aos aspectos visíveis do real, mensuráveis, palpáveis. Como se os fenômenos se demonstrassem diretamente ao cientista, o qual seria mero observador. Todo esse caráter eminentemente descritivo, do qual a Geografia tradicional estava carregada, conferiu a esta ciência enquanto disciplina escolar um aspecto maçante, simplório. A Geografia escolar era tida como uma disciplina decorativa. Com as transformações ocorridas no pós-guerra, o desenvolvimento do capitalismo, o socialismo, a Guerra Fria, o acirramento das desigualdades sociais, as transformações do espaço agrário, as mudanças no mercado de trabalho, entre outros fatores; essa ciência tradicional passou a não conseguir explicar toda essa complexidade de interações/transformações.

Nesse âmbito começa a nascer uma nova ciência geográfica, baseada nos postulados de Marx. Essa nova ciência foi denominada de Geografia Crítica.

Os anos posteriores à guerra de 1939-1945 foram testemunhas de uma reação crítica em relação ao tempo glorioso das monografias regionais na geografia. Com efeito, desde o fim do séc. XIX até aproximadamente o quarto decênio do século seguinte, a conduta monográfica foi considerada como a mais adaptada para a geografia. Dessa forma, o ensino de Geografia deverá basear-se nos postulados da Geografia Crítica. A disciplina de Geografia deve ser capaz de fazer o aluno compreender o espaço geográfico, resultante da interação entre natureza e sociedade, formar um cidadão capaz de entender que os fatos são construídos historicamente e que cada aluno deve ser sujeito ativo nessa história, capaz de diferenciar e trabalhar a grande quantidade de informações que temos acesso hoje.

Nesse novo contexto, a Geografia redefine-se como ciência social, onde o importante é pensar o estabelecimento de relações através da interdependência, da conexão de fenômenos, numa ligação entre o sujeito humano e os objetos de seus interesses, na qual a contextualização se faz necessária. De acordo com Cavalcanti (1998, p. 24): De minha parte, tenho insistido na importância dos objetivos de ensino para a Geografia, referidos principalmente ao caráter da espacialidade de toda prática social. Entre o homem e o lugar existe uma dialética, um constante movimento se o espaço contribui para a formação do ser humano, este, por sua vez, com sua intervenção, com seus gestos, com seu trabalho, com suas atividades, transforma constantemente o espaço.

Nesse novo sentido, a Geografia deve fazer com que o aluno desenvolva a capacidade de aprender a fazer, aprender a ser; o aluno deverá ser capaz de exercer sua cidadania, onde os saberes dos alunos sejam demonstrados através de competências e valores necessários à melhoria de vida no país e no globo. O Ensino de Geografia deve fazer com que o aluno seja capaz de analisar o real, suas causas e efeitos, a intensidade, a heterogeneidade e o contexto espacial dos fenômenos que configuram cada sociedade. Dessa forma, o ensino de Geografia deve proporcionar ao aluno ser capaz de compreender os fenômenos ligados ao espaço, bem como todas as suas interações; reconhecer as contradições e os conflitos econômicos, culturais e sociais que regem o ritmo de vida global/local como construções históricas, portanto possível de mudança, bem como descobrir que vive em uma escala local, regional, nacional e global.

Deve-se, portanto, compreendê-la como uma ciência do presente, inspirada na realidade contemporânea e que permita ao jovem estudante entender o mundo atual por meio das diversas apropriações dos lugares, suas interações e suas contradições. Quando se pensa em uma Geografia para o século XXI, deve-se considerar que essa disciplina, assim como as outras, resulta da influência direta promovida pelas alterações impostas pelo meio técnico-científico informacional.

Também é fundamental desenvolver uma atitude de respeito aos saberes que o estudante traz à escola, adquiridos em seu meio cultural, pois é certo de que envolvem uma variada gama de discussões com temas da atualidade, como a urgência ambiental, os diferentes níveis de bem-estar das populações, as questões de saúde pública, as políticas assistenciais, as greves, o desemprego, a globalização, as relações internacionais, os conflitos de diferentes ordens, as crises econômicas, entre outras. Essas questões, presentes diariamente em jornais, reportagens de televisão, manchetes de revistas e na rede mundial de computadores, compõem o cenário no qual os jovens vivem e atuam, e devem transformar-se em contextos para a discussão e a compreensão do mundo que os cerca em todas as suas dimensões. São estas as necessidades essenciais que mobilizam formas de pensar e agir de um cidadão do século XXI, que muitas vezes é ator principal de seu tempo e, em outras, coadjuvante e observador crítico das ocorrências planetárias.

O objeto central da investigação geográfica reside, portanto, no estudo do espaço geográfico, abrangendo o conjunto de relações que se estabelece entre os objetos naturais e os construídos pela atividade humana, ou seja, os artefatos sociais. Nesse sentido, enquanto o “tempo da natureza” é regulado por processos bioquímicos e físicos responsáveis pela produção e pela interação dos objetos naturais, o “tempo histórico” responsabiliza-se por perpetuar as marcas acumuladas pela atividade humana como produtora de artefatos sociais. Ao considerar tais premissas, o ensino de Geografia deve priorizar o estudo do território, da paisagem e do lugar em suas diferentes escalas. Assim, rompe-se com uma visão estática, na qual a natureza segue o seu curso imutável e irreal, enquanto a humanidade é vista como uma entidade a ser estudada à parte, como se não interagisse com o meio.

O conceito de escala geográfica expressa as diferentes dimensões que podem ser escolhidas para o estudo Orientações Curriculares - Ensino Fundamental - Séries e Anos Iniciais • 21do espaço geográfico, passível de ser abordado a partir de recortes tais como o lugar, a região, o território nacional ou o mundo. Entretanto, as diferentes escalas geográficas estão sempre inter-relacionadas: é preciso, por exemplo, considerar o mundo, a região e o território nacional na análise dos fenômenos que ocorrem no lugar. Desse modo, assim como aos demais componentes curriculares da educação básica, cabe ao ensino de Geografia, nas séries iniciais, privilegiar a alfabetização geográfica, ou seja, desenvolver linguagens e princípios que permitam ao aluno ler e compreender o espaço geográfico.

1.1.1.8.1   OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA

Entender as diversidades e as mudanças que acontecem no espaço geográfico, tornando-o capaz de “pensar” esse espaço e perceber-se como parte integrante dele, identificando o seu grupo de convívio e as relações que estabelece com outros tempos e espaços.

Proporcionar ao aluno o domínio do vocabulário geográfico e utilizar diferentes linguagens, dentre elas, a cartográfica, dominar conceitos e explicações geográficas, a fim de torná-lo capaz de posicionar-se diante de situações reais, transformando o estudo da geografia num exercício de cidadania.

Formar um cidadão crítico e atuante, capaz de exercer com êxito a sua cidadania. Um indivíduo com uma visão de mundo que lhe permita participar ativamente da sociedade em que vive. Podemos dizer que queremos formar indivíduos capazes de entender os fatos que acontecem no mundo, interpretá-los e de estabelecer relações não só entre fatos, mas deles com a realidade do local onde vive, ou seja, o espaço geográfico.

Compreender o processo de construção dos espaços geográficos brasileiros, tendo por base o seu desenvolvimento desde o período colonial; conhecer a tipologia dos espaços geográficos aqui conhecidos; compreender as contradições sócio-espaciais existentes no Brasil; conhecer a formação econômica do Brasil e compreender a regionalização brasileira.

Estabelecer novas relações entre os temas tratados numa abordagem mais abstrata. Deve priorizar a análise do espaço geográfico mundial, estabelecendo comparações entre o Brasil e outros países de forma a contextualizar, sempre que pertinente, a realidade brasileira com a dinâmica mundial.

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